Divulgando: relato da participação do Fórum Alagoas na CES/AL

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O Forum em Defesa do SUS de Alagoas conseguiu se articular com outros atores na Conferência Estadual de 2011, fazends a atuação dentro do esperado. Colhemos 409 abaixo assinados (tinham 440 delegados na conferência) para ser direcionado a assembléia legislativa daqui e pedir a rejeição do projeto de lei das OS, que até agora conseguimos impedir a votação com nossas mobilizações. Fizemos panfletagem e conversamos com muitas pessoas que, em sua esmagadora maioria, se mostraram favoráveis a nossa causa, com exceção dos gestores (logicamente).  Aprovamos nossa moção contra a privatização e suprimimos partes do relatório que fazia referência a parceria público-privada. Participamos da Tenda Paulo Freire, organizada pelo pessoal da Educação Popular em Saúde.
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Lamentamos pela falta de organização da conferência e pela utilização dela por algumas  pessoas não comprometidas com a causa popular. Infelizmente, não conseguimos eleger a quantidade de delegados do Fórum que queríamos, mas houve alguns delegados ligados a luta contra a privatização que irão a Conferência Nacional de Saúde. Ainda estamos computando exatamente quantos.
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Vale destacar o constrangimento público da deputada federal Célia Rocha, que se encontrava em uma mesa da conferência quando foi acusada de privatista por ter votado na lei que privatiza os HU no congresso.
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Somente com ação direta conseguiremos manter e conquistar direitos.
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Nossa próxima reunião será na Associação de Moradores do Pinheiros, terça feira (04/10/11), às 18h00. Teremos com pauta a continuidade de discussões com os trabalhadores e usuários dos postos de saúde de Maceió, agenda da frente nacional, congresso acadêmico da Uncisal.
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A moção aprovada na CES:
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Moção de Repúdio à Privatização do SUS
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Nós, delegados da 7ª Conferência Estadual de Saúde de Alagoas, abaixo assinados, vimos solicitar uma moção de repúdio ao Plenário desta Conferência. Essa moção refere-se a qualquer forma de privatização do SUS, principalmente às novas modalidades de gestão que não a gestão direta feita pelo estado. Somos contra projetos como as OSs, OSCIPs e Fundações Estatais de Direito Privado, pois entendemos que essas novas formas de gestão deslocam a centralidade da necessidade humana para a necessidade do mercado, bem como precarizam as relações de trabalho, diminuem o controle social e acabam com as licitações e concursos públicos.

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