“Pátria que me pariu” – letra da música de Gabriel O Pensador

29/09/2011

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Uma prostituta chamada Brasil

Se esqueceu de tomar a pílula e a barriga cresceu
Um bebê não estava nos planos dessa pobre meretriz de dezessete anos
Um aborto era uma fortuna e ela sem dinheiro
Teve que tentar fazer um aborto caseiro
Tomou remédio, tomou cachaça, tomou purgante
Mas a gravidez era cada vez mais flagrante
Aquele filho era pior que uma lombriga
E ela pediu prum mendigo esmurrar sua barriga
E a cada chute que levava o moleque revidava lá de dentro
Aprendeu a ser um feto violento
Um feto forte escapou da morte
Não se sabe se foi muito azar ou muita sorte
Mas nove meses depois foi encontrado, com fome e com frio,
Abandonado num terreno baldio

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Pátria que me pariu!
Quem foi a pátria que me pariu!?

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A criança é a cara dos pais, mas não tem pai nem mãe
Então qual é a cara da criança?
A cara do perdão ou da vingança?
Será a cara do desespero ou da esperança?
Num futuro melhor, um emprego, um lar
Sinal vermelho, não da tempo prá sonhar
Vendendo bala, chiclete…
“Num fecha o vidro que eu num sou pivete
Eu não vou virar ladrão se você me der um leite, um pão,

Um vídeo game e uma televisão

Uma chuteira e uma camisa do mengão
Pra eu jogar na seleção, que nem o Ronaldinho
Vou pra copa, vou pra Europa…”

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Coitadinho!
Acorda moleque! Cê num tem futuro!
Seu time não tem nada a perder
E o jogo é duro! Você não tem defesa, então ataca!
Pra não sair de maca!
Chega de bancar o babaca!
Eu não aguento mais dar murro em ponta de faca
E tudo o que eu tenho é uma faca na mão
Agora eu quero o queijo! Cadê?
Tô cansado de apanhar… tá na hora de bater!

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Pátria que me pariu!
Quem foi a pátria que me pariu!?

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Mostra tua cara, moleque!

Devia tá na escola
Mas tá cheirando cola, fumando um beck
Vendendo brizola e crack
Nunca joga bola, mas tá sempre no ataque
Pistola na mão, moleque sangue bom
É melhor correr porque lá vem o camburão
É matar ou morrer! São quatro contra um!
Eu me rendo! Bum! Clá! Clá! Bum! Bum! Bum!
Boi , boi, boi da cara preta, pega essa criança com um tiro de escopeta
Calibre doze na cara do Brasil
Idade 14, estado civil… morto
Demorou, mas a pátria mãe gentil conseguiu realizar o aborto

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Pátria que me pariu
Quem foi a Pátria que me pariu?

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O verbo do princípio

29/09/2011

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O que de fato pensa o mercado

29/09/2011
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28/9/2011

‘Sinceridade’ de investidor na TV provoca polêmica
Um suposto investidor sem papas na língua virou um dos grandes assuntos no mundo financeiro por afirmar que o euro vai acabar, que milhões de pessoas vão perder suas poupanças e que o mundo é administrado não pelos governos, mas pelo banco de investimentos Goldman Sachs.

A reportagem é de Vaguinaldo Marinheiro e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 28-09-2011.

Alessio Rastani deu uma entrevista anteontem à tarde para a BBC. Ele era mais um dos “especialistas” ouvidos pela emissora para comentar a crise econômica europeia.

Surpreendeu já na primeira resposta. Disse que os investidores não se importam com as pessoas e só querem fazer dinheiro. “Sou um investidor. Tenho sonhado com esse momento há três anos. Eu vou para a cama todas as noites e sonho com outra recessão”, declarou.

Depois afirmou que as pessoas se esquecem de que muitos souberam enriquecer na crise econômica de 1929.

A entrevista era ao vivo e foi ao ar sem cortes. A apresentadora da BBC disse a Rastani que todos no estúdio estavam com o queixo caído e agradeceu pela sinceridade.

Logo, o vídeo caiu na rede e começaram os boatos de que Rastani era uma fraude e faria parte do grupo Yes Men, especializado em pegadinhas. O grupo nega. Ouvido pela “Forbes”, Rastani disse que é investidor e trabalha de forma independente.

A BBC soltou um comunicado em que afirma que não se trata de uma fraude.

Até políticos, como a ministra da Economia da Espanha, Elena Salgado, entraram na repercussão. Ela chamou Rastani de “louco e imoral”. Mas muitos no Facebook e no Twitter afirmaram que ele teve coragem de expressar o que de fato pensa o mercado.

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*Retirado do IHU Online

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FASUBRA contra a EBSERH e dia de luta em 05 de outubro

29/09/2011

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FASUBRA ORIENTA REALIZAÇÃO DE AÇÕES PELAS ENTIDADES FILIADAS

A Federação de Trabalhadores em Educação das Universidades Brasileiras – FASUBRA Sindical – realiza no próximo dia 5 de outubro o Dia nacional de Luta contra a EBSERH e em Defesa dos Hospitais Públicos. O objetivo é mobilizar a comunidade universitária para construir atos que envolvam também profissionais da área de saúde, através de seus sindicatos, bem como usuários atendidos pelos HU’s, para impedir a aprovação do PL 79/2011 pelo Senado Federal, onde o mesmo começou a tramitar na semana passada.

Os atos deverão ser realizados em todo o país, para isso a Federação orienta a construção da Marcha em Defesa da Saúde (para dar maior visibilidade à luta encampada para impedir a criação da EBSERH), bem como o agendamento – por parte das entidades filiadas – de reuniões com senadores para tratar do assunto; envio de correspondência e contato direto com os senadores para tratar do PL 79/2011; intensificação da campanha de abaixo assinado contra a empresa; mobilização da mídia local e busca de apoio de rádios e TVs universitárias e promoção de atos nos HU´s para envolver a comunidade usuária.

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*Retirado da FASUBRA

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Divulgando: Relato breve da participação do Fórum de Saúde do Rio de Janeiro na XI CMS + moção aprovada

27/09/2011

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RELATO DA PARTICIPAÇÃO DO FÓRUM DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO NA XI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO

Conseguimos uma vitória na Conferência do Município do Rio!

O Fórum esteve presente nos três dias com diversas atividades. Foi montada uma banca com material do Fórum e de outras entidades, como o Sindicato dos Médicos, e distribuído para os participantes.

Colhemos assinaturas para o abaixo-assinado contra as Organizações Sociais (OSs) e para a carta aos ministros do STF pela aprovação da ADIn 1.923.

Fizemos dois atos políticos na Abertura da e no Encerramento da CMS.

No segundo dia, foram colhidas assinaturas para a Moção e no terceiro a mobilização para aprovar a moção. Houve um certo tumulto, mas a moção foi aprovada!

Parabéns a todos(as) que participaram de mais esta vitória.

Veja a moção aprovada:

MOÇÃO DE APOIO EM DEFESA DO SUS

Os Delegados presentes na XI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO, decidem por manifestar publicamente seu apoio a presente moção:

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*Em Defesa do SUS como direito Constitucional, 100% estatal e de qualidade;
*Pela Regulamentação da EC 29 em seu projeto inicial (União 10%; Estados 12% e Municípios 15%);
*Pelo fim da Desvinculação das Receitas da União e dos Estados (DRU e DRE);
*Pela auditoria imediata da Dívida Pública, a fim de evidenciar o descalabro desta, destinando imediatamente maior percentual do PIB para Saúde pública (6% no mínimo), Educação (10%) e Previdência Social;
*Pela Inconstitucionalidade das Organizações Sociais;
*Contra as alternativas de gestão que precarizam o trabalho, como OS’s, OSCIP’s, Parcerias Público-privadas (PPPs), Fundações Estatais de Direito Privado e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S/A (EBSRH)
*Pela Valorização dos Trabalhadores do SUS: Concurso Público, Carreira única de estado, salários condizentes; criação de Fundo específico para os trabalhadores do SUS;
*Regulamentação do artigo 37 da CF, da autonomia administrativo financeira das unidades públicas;
*Agilidade da atuação pública com a revisão da Lei 8666 adequada à realidade da saúde; *Não é possível que aparelhagem, medicamentos e materiais levem 4, 6 meses ou mais para serem adquiridos;
*Respeito ao caráter deliberativo do controle social.

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MOÇÃO DE APOIO

EM DEFESA DO SUS

Os Delegados presentes na XI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO, decidem por manifestar publicamente seu apoio a presente moção:

  • Em Defesa do SUS como direito Constitucional, 100% estatal e de qualidade;

  • Pela Regulamentação da EC 29 em seu projeto inicial (União 10%; Estados 12% e Municípios 15%);

  • Pelo fim da Desvinculação das Receitas da União e dos Estados (DRU e DRE);

  • Pela auditoria imediata da Dívida Pública, a fim de evidenciar o descalabro desta, destinando imediatamente maior percentual do PIB para Saúde pública (6% no mínimo), Educação (10%) e Previdência Social;

  • Pela Inconstitucionalidade das Organizações Sociais;

  • Contra as alternativas de gestão que precarizam o trabalho, como OS’s, OSCIP’s, Parcerias Público-privadas (PPPs), Fundações Estatais de Direito Privado e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S/A (EBSRH;

  • Pela Valorização dos Trabalhadores do SUS: Concurso Público, Carreira única de estado, salários condizentes; criação de Fundo específico para os trabalhadores do SUS;

  • Regulamentação do artigo 37 da CF, da autonomia administrativo financeira das unidades públicas;

  • Agilidade da atuação pública com a revisão da Lei 8666 adequada à realidade da saúde. Não é possível que aparelhagem, medicamentos e materiais levem 4, 6 meses ou mais para serem adquiridos;

  • Respeito ao caráter deliberativo do controle social.

Por favor, preencha com letra de forma

NOME

Entidade que representa

n° da carteira de identidade e órgão expedidor

     
     
     
     
     

NOME

Entidade que representa

n° da carteira de identidade e órgão expedidor

     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     

MOÇÃO DE APOIO

EM DEFESA DO SUS

Os Delegados presentes na XI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO, decidem por manifestar publicamente seu apoio a presente moção:

  • Em Defesa do SUS como direito Constitucional, 100% estatal e de qualidade;

  • Pela Regulamentação da EC 29 em seu projeto inicial (União 10%; Estados 12% e Municípios 15%);

  • Pelo fim da Desvinculação das Receitas da União e dos Estados (DRU e DRE);

  • Pela auditoria imediata da Dívida Pública, a fim de evidenciar o descalabro desta, destinando imediatamente maior percentual do PIB para Saúde pública (6% no mínimo), Educação (10%) e Previdência Social;

  • Pela Inconstitucionalidade das Organizações Sociais;

  • Contra as alternativas de gestão que precarizam o trabalho, como OS’s, OSCIP’s, Parcerias Público-privadas (PPPs), Fundações Estatais de Direito Privado e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S/A (EBSRH;

  • Pela Valorização dos Trabalhadores do SUS: Concurso Público, Carreira única de estado, salários condizentes; criação de Fundo específico para os trabalhadores do SUS;

  • Regulamentação do artigo 37 da CF, da autonomia administrativo financeira das unidades públicas;

  • Agilidade da atuação pública com a revisão da Lei 8666 adequada à realidade da saúde. Não é possível que aparelhagem, medicamentos e materiais levem 4, 6 meses ou mais para serem adquiridos;

  • Respeito ao caráter deliberativo do controle social.

Por favor, preencha com letra de forma

NOME

Entidade que representa

n° da carteira de identidade e órgão expedidor

     
     
     
     
     

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Entidade que representa

n° da carteira de identidade e órgão expedidor

     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     

MOÇÃO DE APOIO

EM DEFESA DO SUS

Os Delegados presentes na XI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO, decidem por manifestar publicamente seu apoio a presente moção:

  • Em Defesa do SUS como direito Constitucional, 100% estatal e de qualidade;

  • Pela Regulamentação da EC 29 em seu projeto inicial (União 10%; Estados 12% e Municípios 15%);

  • Pelo fim da Desvinculação das Receitas da União e dos Estados (DRU e DRE);

  • Pela auditoria imediata da Dívida Pública, a fim de evidenciar o descalabro desta, destinando imediatamente maior percentual do PIB para Saúde pública (6% no mínimo), Educação (10%) e Previdência Social;

  • Pela Inconstitucionalidade das Organizações Sociais;

  • Contra as alternativas de gestão que precarizam o trabalho, como OS’s, OSCIP’s, Parcerias Público-privadas (PPPs), Fundações Estatais de Direito Privado e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S/A (EBSRH;

  • Pela Valorização dos Trabalhadores do SUS: Concurso Público, Carreira única de estado, salários condizentes; criação de Fundo específico para os trabalhadores do SUS;

  • Regulamentação do artigo 37 da CF, da autonomia administrativo financeira das unidades públicas;

  • Agilidade da atuação pública com a revisão da Lei 8666 adequada à realidade da saúde. Não é possível que aparelhagem, medicamentos e materiais levem 4, 6 meses ou mais para serem adquiridos;

  • Respeito ao caráter deliberativo do controle social.

Por favor, preencha com letra de forma para que possamos fazer a transcrição para o endereço virtual

NOME

Entidade que representa

n° da carteira de identidade e órgão expedidor

     
     
     
     

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Entidade que representa

n° da carteira de identidade e órgão expedidor

     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     

MOÇÃO DE APOIO

EM DEFESA DO SUS

Os Delegados presentes na XI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO, decidem por manifestar publicamente seu apoio a presente moção:

  • Em Defesa do SUS como direito Constitucional, 100% estatal e de qualidade;

  • Pela Regulamentação da EC 29 em seu projeto inicial (União 10%; Estados 12% e Municípios 15%);

  • Pelo fim da Desvinculação das Receitas da União e dos Estados (DRU e DRE);

  • Pela auditoria imediata da Dívida Pública, a fim de evidenciar o descalabro desta, destinando imediatamente maior percentual do PIB para Saúde pública (6% no mínimo), Educação (10%) e Previdência Social;

  • Pela Inconstitucionalidade das Organizações Sociais;

  • Contra as alternativas de gestão que precarizam o trabalho, como OS’s, OSCIP’s, Parcerias Público-privadas (PPPs), Fundações Estatais de Direito Privado e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S/A (EBSRH;

  • Pela Valorização dos Trabalhadores do SUS: Concurso Público, Carreira única de estado, salários condizentes; criação de Fundo específico para os trabalhadores do SUS;

  • Regulamentação do artigo 37 da CF, da autonomia administrativo financeira das unidades públicas;

  • Agilidade da atuação pública com a revisão da Lei 8666 adequada à realidade da saúde. Não é possível que aparelhagem, medicamentos e materiais levem 4, 6 meses ou mais para serem adquiridos;

  • Respeito ao caráter deliberativo do controle social.

Por favor, preencha com letra de forma para que possamos fazer a transcrição para o endereço virtual

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Entidade que representa

n° da carteira de identidade e órgão expedidor

     
     
     
     

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‘A saúde vai ter um novo imposto’, diz ministra

27/09/2011

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26/9/2011
‘A saúde vai ter um novo imposto’, diz ministra 
Sem caneta na mão, mas com “muitos baldes de saliva para gastar” na tarefa de unir a base aliada, a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti (PT), admite que o governo ainda quer a criação de um imposto para financiar investimentos em saúde no País e arrecadar mais R$ 45 bilhões por ano. A expectativa do Palácio do Planalto é que o tributo seja aprovado em 2012, apesar das dificuldades previstas por causa das eleições municipais.A entrevista é de Vera Rosa e Tânia Monteiro e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 26-09-2011.

Ao mencionar as “fontes” em debate para custear a saúde, Ideli não fez rodeios para definir do que se trata: “É um novo imposto”. Articuladora política do governo, a ministra garantiu, porém, que nada sairá neste ano porque decisões assim precisam ser “adequadas” à situação econômica. “Você não pode trabalhar desonerando de um lado e onerando de outro”, ponderou.

Cinco dias após a Câmara ter aprovado a Emenda 29 – que define os gastos com saúde para União, Estados e municípios -, Ideli reiterou que o dispositivo não resolve o problema porque não indica de onde virão os recursos. Para ela, a comissão acertada entre os governadores e o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), poderá “resgatar” projetos de lei que criam base de cálculo para a nova versão da CPMF, o imposto do cheque extinto em 2007. “Nós já colocamos o dedo na ferida”, disse Ideli.

Eis a entrevista.

A Câmara aprovou o projeto que regulamenta a Emenda 29, mas não incluiu a base de cálculo para a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS). O que pode ser feito?

Apesar de estar criada a contribuição, a alíquota terá, obrigatoriamente, de ser fixada por lei. A comissão que o Marco Maia formou com os governadores deixa uma porta aberta para o debate.

E quais são as alternativas para financiar os gastos na saúde?

Já se falou em taxação de grandes fortunas, bebidas, cigarros, remessa de dinheiro para o exterior, royalties do petróleo e até em legalização do jogo. A presidenta Dilma tem pedido muito cuidado porque estamos vivenciando uma crise internacional, que será prolongada. Você não pode trabalhar desonerando de um lado e onerando de outro.

O governo vê necessidade de financiar a saúde, mas não quer arcar com o ônus de medida impopular, não é?

O governo tem clareza de que precisa de novas fontes para a saúde. Nós já colocamos o dedo na ferida.

Nova fonte é um novo imposto…

É um novo imposto, que poderá ser de uma forma ou de outra. A questão é que essa nova fonte tem de ser adequada à conjuntura econômica e só pode ser criada com uma discussão de caráter federativo e em consonância com o Congresso.

Mas não é complicado criar imposto em 2012, um ano eleitoral?

É uma coisa complicada, sim, mas todos os governadores acham, e nós concordamos, que o principal tema da eleição de 2012 será a saúde. Não dá para fazer o debate de forma demagógica, dizendo: “Ah, vamos resolver”. Resolver de onde, cara pálida? A presidenta Dilma chamou os governadores, o Congresso e disse: “Não façam maquiagem. Se vocês querem que a saúde tenha evolução de patamar, de atendimento, vai ter de mexer. E não serei eu, sozinha, que vou fazer isso”.

O valor que se pretende arrecadar são aqueles R$ 45 bilhões citados pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha?

São R$ 45 bilhões por ano para chegar ao mesmo gasto per capita do Chile, sendo que o Chile não garante os serviços públicos de saúde que garantimos.

É só para o ano que vem mesmo?

Sim. Este ano não sai, por causa da situação econômica.

Um parlamentar aliado pode apresentar projeto de lei para definir a alíquota?

Pode ser qualquer parlamentar. Há projetos tramitando e a comissão criada na reunião entre governadores e o presidente da Câmara deverá resgatar alguns. O Senado não pode criar isso.

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*Retirado do IHU Online

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Aí, Patrícia Poeta! Um exemplo porreta de “Toma Lá Dá Cá”!

27/09/2011

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sábado, 24 de setembro de 2011

Aí, Patrícia Poeta! Um exemplo porreta de “Toma Lá Dá Cá”!

A Ambev bancou a bolsa da filha do Zé Serra em Harvard. 1 ano depois que ela voltou, FHC aprovou a fusão (Brahma/Antárctica). Serra era ministro.
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E a filha do Serra, depois que voltou de Harvard e depois da fusão, virou diretora da Ambev que doa todo ano R$ 600 mil para o Instituto FHC.

[via Twitter Stanley Burburinho – @stanleyburburin]

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*Retirado do Terra Brasilis

**Via Ronaldo Livreiro

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