Convite à reunião do Coletivo da Luta Antimanicomial de Curitiba

26/02/2010

Como não é difícil de notar, o movimento social pela qualidade de assistência em Saúde Mental em Curitiba ainda é pequeno, apesar dessa área ser de tamanha importância para a sociedade.

Por isso, temos o prazer de convidar  a todos para o reinício das atividades do Coletivo da Luta Antimanicomial de Curitiba para esse ano, coletivo esse que vem tentando reverter transformar essa situação.

O Coletivo da Luta Antimanicomial de Curitiba vem atuando já faz um tempo, e no ano passado, por exemplo, esteve na organização das atividades do Dia Nacional da Luta Antimanicomial (18 de maio) e acompanhamento da Comissão de Saúde Mental do Conselho Estadual de Saúde do Paraná.

Nesse ano ainda não existiu reunião do Coletivo, e se aproveitará, a fim de reiniciar as atividades, a oportunidade da aprovação da realização da IV Conferência Nacional de Saúde Mental para 2010*.

O objetivo é iniciar o debate sobre as possibilidades de compor e intervir na organização desse evento tão necessário, e que por pouco foi negligenciado, pois sua aprovação custou a sair. Para tanto, todos os interessados estão convidados.

Convite à reunião do Coletivo da Luta Antimanicomial

O que? Reunião do Coletivo da Luta Antimanicomial

Quando? 02 de março de 2010, terça-feira, às 17h30
Onde? Centro Acadêmico de Psicologia da UFPR – prédio histórico da Praça Santos Andrade, ala direita, 2° andar
Pauta principal: articulação e discussão da IV Conferência Nacional de Saúde Mental.

Dúvidas? Entre em contato com o César Fernandes: poserkid_@hotmail.com ou com o Thiago  Bagatin: thiagobagatin@yahoo.com.br / (41) 9143-2044

*Acesse http://conselho.saude.gov.br/informativo/2010/06/informe_06.htm e http://conselho.saude.gov.br/informativo/2010/10/informe_10.htm para maiores informações.


Palestra “A epidemiologia crítica e a determinação social do processo saúde-doença” com Jaime Breilh

25/02/2010

A APUFPR e o NESC/UFPR promovem a palestra: “A epidemiologia crítica e a determinação social do processo saúde-doençacom o epidemiologista equatoriano Jaime Breilh.

É quase isso, mas o buraco é mais em baixo.

É uma importante oportunidade para quem quer conhecer melhor a linha da “medicina social”, vertente que busca superar os limites da “medicina clínica” que olha só para o individuo adoecido. Propõe ir às raízes dos problemas enfrentados pelos trabalhadores, entender a origem do processo de adoecimento, demonstrar sua determinação social e a necessidade da transformarmos as condições de produção da vida. Um texto bacana que discute o tema pode ser baixado aqui!

Apareeeeça!

Dia: 15 de março
Horário: 19h30
Local: Auditório de Ciências da Saúde (Rua Padre Camargo, 280 – Alto da Glória, atrás do Hospital de Clínicas).


Sugestão de leitura: “Introdução à filosofia de Marx

24/02/2010

Recentemente a Expressão Popularlançou o livro “Introdução à Filosofia de Marx” dos professores da UFAL Ivo Tonet e Sergio Lessa. É um livrinho bem bacana para quem quer começar a entender o marxismo e não sabe muito bem por onde começar. Pode ser útil também para aqueles que nunca nem leram nada sobre o marxismo (seja na fonte ou não), mas com base no senso comum já acreditam que o marxismo está superado, ou é algo chato, ou é “coisa” de gente bitolada.

No final do livro existe uma série de indicações pra quem quiser continuar a estudar o tema. Pra quem não puder comprar o livro, ou preferir imprimir em casa, ou ler no computador é possível baixa-lo do sítio do Ivo Tonet, o atalho ta aqui!

Sinopse do Livro:

Os homens são o que eles se fazem a cada momento histórico. A reprodução da sociedade burguesa produz individualidades essencialmente burguesas. Contudo, reconhecer esse fato não significa afirmar que a essência mesquinha do homem burguês seja a essência imutável da humanidade. Demostra Marx que , tal como a humanidade se fez burguesa, ela também pode se fazer comunista. Por isso, dizem os revolucionários, o capitalismo não é o fim da história.
Entre a sociedade burguesa e a sociedade comunista não há nenhum outro obstáculo senão as próprias relações sociais.