Quatro mil servidores protestam contra privatização dos serviços públicos

18/06/2009
Foto-Valter-Campanato-ABr-03

Foto de Valter Campanato

Retirado do sítio do ANDES: http://www.andes.org.br/imprensa/ultimas/contatoview.asp?key=5882

Os servidores públicos federais atenderam ao chamado do Fórum Nacional contra o PLP 92 e foram às ruas, nesta terça-feira (17/6), protestar contra o projeto que privatiza os serviços públicos, inclusive os essenciais. Em Brasília (DF), a passeata que ocupou a Esplanada dos Ministérios contou com a participação de 4 mil servidores, conforme cálculo dos organizadores, e 3 mil, segundo a Polícia Militar.

Os manifestantes se concentraram em frente à Catedral e, a partir das 10h, percorreram os diversos ministérios para firmar a posição da categoria. A passeata fez uma pausa mais extensa em frente ao Ministério da Saúde, já que o ministro José Gomes Temporão é um dos maiores entusiastas do PLP 92, que privatiza, entre outros, a saúde brasileira.

Atividade parlamentar
Após a passeata na Esplanada, os manifestantes também lotaram o auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados, para exigir que o parlamento rejeite o PLP 92 e arquive definitivamente o projeto de lei complementar.

Com a casa cheia, vários deputados se comprometeram a lutar pelo pleito dos servidores públicos. Entre eles, Chico Alencar (PSol-RJ), Fernando Ferro (PT-PE), Vicentinho (PT-SP), Solange Almeida (PMDB-RJ), Jô Moraes (PCdoB-MG), que ocuparam a tribuna para criticar o PLP 92 e outras políticas que contrariam os interesses da classe trabalhadora, como a que institui o fator previdenciário como critério para aposentadoria.

Para o 3º tesoureiro do ANDES-SN, Hélio Cabral, o PLP 92 significa mais um passo no processo de minimização do Estado, pois permite que o setor privado administre setores essenciais como saúde, educação, ciência e tecnologia, meio ambiente, dentre outros. Além disso, agride também Regime Jurídico Único – RJU, porque prevê a contratação de servidores sem concurso público, via CLT.

“A manifestação desta quarta-feira mostra que os servidores estão mobilizados e engajados na defesa dos Estado como responsável pela oferta dos serviços públicos, principalmente os essenciais, como saúde e educação. Vamos continuar trabalhando para que o PLP 92 seja rejeitado pelo parlamento”, afirmou.

Em breve colocaremos mais informações sobre os desdobramentos da Luta contra a “privatização” dos serviços públicos.


Amanhã Ato Nacional contra o PLP 92/07

16/06/2009

cartaz O Fórum Nacional de Lutas Contra o PLP nº 92/2007 promove um ato público na próxima quarta-feira (17/6), na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF), para protestar contra o projeto de lei que institui as fundações estatais de direito privado, acabando com a garantia constitucional de que o Estado financiará os serviços públicos, inclusive os essenciais.

O PLP já foi aprovado pelas comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania – CCJC e Trabalho, Administração e Serviço Público – CTASP da Câmara dos Deputados e pode ser submetido à votação do plenário da casa a qualquer momento.

“Vamos realizar atos regionais, nacionais e manter uma pressão permanente sobre os deputados para conseguir que o PLP seja, de fato, retirado da pauta de votações da casa, como defendem os movimentos sindicais e sociais do país”, afirma o 3º tesoureiro do ANDES-SN, Helio Cabral Lima.
Leia abaixo a carta aberta aos parlamentares brasileiros e o manifesto à sociedade

CARTA ABERTA AOS PARLAMENTARES BRASILEIROS

Contra o PLP 92/07

Senhores e Senhoras Parlamentares,

A década de noventa inaugura uma nova forma de relacionamento do Brasil com o imperialismo internacional, através da abertura comercial e da reforma do Estado feito por Fernando Collor.

Dando continuidade, Fernando Henrique Cardoso, além de realizar uma enorme redução de investimentos nas áreas sociais e a retirada de direitos sociais, o projeto neoliberal teve continuidade com a fase das privatizações de grandes empresas em setores estratégicos para o País.

Por sua vez, o governo Lula não muda essa orientação, e dá continuidade às políticas impostas pelos organismos internacionais com: reformas da Previdência Social, Universitária, Trabalhista e Sindical, bem como os processos de privatizações diretas ou através das Parcerias Público-Privadas (PPP) com o incremento da criação de Fundações.

Nesse contexto, o projeto de Lei Complementar PLP 92/07, que está tramitando no Congresso Nacional autoriza o Poder Público a instituir em várias áreas essenciais dos serviços públicos, as Fundações Estatais de Direito Privado. Se transformado em Lei, cria nova forma jurídico-institucional que permitirá a privatização de serviços essenciais tais como: saúde, assistência social, educação, pesquisa, cultura, desporto, ciência e tecnologia, meio ambiente, previdência complementar do servidor público, comunicação social e promoção do turismo nacional. Dessa forma, o governo faz com o Estado se exclua da responsabilidade social garantida na Constituição Federal.

Essa proposta vem encontrando resistência crescente tanto no movimento sindical, quanto nos movimentos sociais, bem como na sociedade brasileira como um todo que percebendo a gravidade dessa ameaça, se manifesta na defesa dos direitos sociais garantidos na Constituição Federal. Diante disso, o Fórum Nacional de Lutas Contra o PLP 92/07 vem solicitar aos Senhores e Senhoras Parlamentares que se manifestem contrariamente ao referido projeto, e se posicione na defesa do serviço público de qualidade e socialmente referenciado e do fortalecimento do Estado.

Fórum Nacional de Lutas Contra o PLP 92/07

MANIFESTO A SOCIEDADE BRASILEIRA

A década de noventa inaugura uma nova forma de relacionamento do Brasil com o imperialismo internacional, através da abertura comercial e da reforma do Estado feito por Fernando Collor.

Dando continuidade, Fernando Henrique Cardoso, além de realizar uma enorme redução de investimentos nas áreas sociais e a retirada de direitos sociais, o projeto neoliberal teve continuidade com a fase das privatizações de grandes empresas em setores estratégicos para o País.

Por sua vez, o governo Lula não muda essa orientação, e dá continuidade às políticas impostas pelos organismos internacionais com: reformas da Previdência Social, Universitária, Trabalhista e Sindical, bem como os processos de privatizações diretas ou através das Parcerias Público-Privadas (PPP) com o incremento da criação de Fundações.

Nesse contexto, o projeto de Lei Complementar PLP 92/07, que está tramitando no Congresso Nacional autoriza o Poder Público a instituir em várias áreas essenciais dos serviços públicos, as Fundações Estatais de Direito Privado. Se transformado em Lei, cria nova forma jurídico-institucional que permitirá a privatização de serviços essenciais tais como: saúde, assistência social, educação, pesquisa, cultura, desporto, ciência e tecnologia, meio ambiente, previdência complementar do servidor público, comunicação social e promoção do turismo nacional. Dessa forma, o governo faz com o Estado se exclua da responsabilidade social garantida na Constituição Federal.

Essa proposta vem encontrando resistência crescente tanto no movimento sindical, quanto nos movimentos sociais, bem como na sociedade brasileira como um todo que percebendo a gravidade dessa ameaça, se manifesta na defesa dos direitos sociais garantidos na Constituição Federal e pela defesa de um serviço público de qualidade e socialmente referenciado.

Exige dos parlamentares a retirada imediata da pauta do PLP 92/07 e conseqüentemente o seu arquivamento. Ao mesmo tempo em que conclama toda sociedade brasileira se engajarem na luta pela defesa dos direitos da classe trabalhadora.

Fórum Nacional de Lutas Contra o PLP 92/07

O Fórum Nacional de Lutas Contra o PLP nº 92/2007 promove um ato público na próxima quarta-feira (17/6), na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF), para protestar contra o projeto de lei que institui as fundações estatais de direito privado, acabando com a garantia constitucional de que o Estado financiará os serviços públicos, inclusive os essenciais.O PLP já foi aprovado pelas comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania – CCJC e Trabalho, Administração e Serviço Público – CTASP da Câmara dos Deputados e pode ser submetido à votação do plenário da casa a qualquer momento.

“Vamos realizar atos regionais, nacionais e manter uma pressão permanente sobre os deputados para conseguir que o PLP seja, de fato, retirado da pauta de votações da casa, como defendem os movimentos sindicais e sociais do país”, afirma o 3º tesoureiro do ANDES-SN, Helio Cabral Lima.

Leia abaixo a carta aberta aos parlamentares brasileiros e o manifesto à sociedade

CARTA ABERTA AOS PARLAMENTARES BRASILEIROS

Contra o PLP 92/07

Senhores e Senhoras Parlamentares,

A década de noventa inaugura uma nova forma de relacionamento do Brasil com o imperialismo internacional, através da abertura comercial e da reforma do Estado feito por Fernando Collor.

Dando continuidade, Fernando Henrique Cardoso, além de realizar uma enorme redução de investimentos nas áreas sociais e a retirada de direitos sociais, o projeto neoliberal teve continuidade com a fase das privatizações de grandes empresas em setores estratégicos para o País.

Por sua vez, o governo Lula não muda essa orientação, e dá continuidade às políticas impostas pelos organismos internacionais com: reformas da Previdência Social, Universitária, Trabalhista e Sindical, bem como os processos de privatizações diretas ou através das Parcerias Público-Privadas (PPP) com o incremento da criação de Fundações.

Nesse contexto, o projeto de Lei Complementar PLP 92/07, que está tramitando no Congresso Nacional autoriza o Poder Público a instituir em várias áreas essenciais dos serviços públicos, as Fundações Estatais de Direito Privado. Se transformado em Lei, cria nova forma jurídico-institucional que permitirá a privatização de serviços essenciais tais como: saúde, assistência social, educação, pesquisa, cultura, desporto, ciência e tecnologia, meio ambiente, previdência complementar do servidor público, comunicação social e promoção do turismo nacional. Dessa forma, o governo faz com o Estado se exclua da responsabilidade social garantida na Constituição Federal.

Essa proposta vem encontrando resistência crescente tanto no movimento sindical, quanto nos movimentos sociais, bem como na sociedade brasileira como um todo que percebendo a gravidade dessa ameaça, se manifesta na defesa dos direitos sociais garantidos na Constituição Federal. Diante disso, o Fórum Nacional de Lutas Contra o PLP 92/07 vem solicitar aos Senhores e Senhoras Parlamentares que se manifestem contrariamente ao referido projeto, e se posicione na defesa do serviço público de qualidade e socialmente referenciado e do fortalecimento do Estado.

Fórum Nacional de Lutas Contra o PLP 92/07

MANIFESTO A SOCIEDADE BRASILEIRA

A década de noventa inaugura uma nova forma de relacionamento do Brasil com o imperialismo internacional, através da abertura comercial e da reforma do Estado feito por Fernando Collor.

Dando continuidade, Fernando Henrique Cardoso, além de realizar uma enorme redução de investimentos nas áreas sociais e a retirada de direitos sociais, o projeto neoliberal teve continuidade com a fase das privatizações de grandes empresas em setores estratégicos para o País.

Por sua vez, o governo Lula não muda essa orientação, e dá continuidade às políticas impostas pelos organismos internacionais com: reformas da Previdência Social, Universitária, Trabalhista e Sindical, bem como os processos de privatizações diretas ou através das Parcerias Público-Privadas (PPP) com o incremento da criação de Fundações.

Nesse contexto, o projeto de Lei Complementar PLP 92/07, que está tramitando no Congresso Nacional autoriza o Poder Público a instituir em várias áreas essenciais dos serviços públicos, as Fundações Estatais de Direito Privado. Se transformado em Lei, cria nova forma jurídico-institucional que permitirá a privatização de serviços essenciais tais como: saúde, assistência social, educação, pesquisa, cultura, desporto, ciência e tecnologia, meio ambiente, previdência complementar do servidor público, comunicação social e promoção do turismo nacional. Dessa forma, o governo faz com o Estado se exclua da responsabilidade social garantida na Constituição Federal.

Essa proposta vem encontrando resistência crescente tanto no movimento sindical, quanto nos movimentos sociais, bem como na sociedade brasileira como um todo que percebendo a gravidade dessa ameaça, se manifesta na defesa dos direitos sociais garantidos na Constituição Federal e pela defesa de um serviço público de qualidade e socialmente referenciado.

Exige dos parlamentares a retirada imediata da pauta do PLP 92/07 e conseqüentemente o seu arquivamento. Ao mesmo tempo em que conclama toda sociedade brasileira se engajarem na luta pela defesa dos direitos da classe trabalhadora.

Fórum Nacional de Lutas Contra o PLP 92/07


09/06 -Ato Contra as Fundações Estatais de Direito Privado!

02/06/2009

adesivo[2] Ato Público – 09/06/2009 as 9h30!

- Pela retirada imediata do PLP 92/07 do Congresso Nacional;
- Não às Fundações Estatais de Direito Privado;
- Contra qualquer forma de privatização da saúde, educação e demais serviços públicos!

09/06/2009 – Terça-feira na Praça Santos Andrade

Concentração às 9h30


Está em fase final de tramitação no Congresso Nacional o projeto de lei que cria as Fundações Estatais de Direito Privado (PLP 92/07). Este projeto permite que os serviços públicos (saúde, educação, previdência, entre outros) sejam geridos por fundações privadas, que haja cobrança por tais serviços, que os trabalhadores sejam contratados por maneiras (ainda mais) precárias e que o HC seja desvinculado da UFPR.
Por isso, estamos na luta para barrar este projeto!

  • Caso ainda não saiba do que estamos falando leia aqui:

Fórum Popular de Saúde
SINDITEST/PR – SINDSAUDE/PR – SINDPREVS – SINPAR – CAF/UFPR – CAP/UFPR – CAE/UFPR

Fórum Nacional de Lutas Contra o PLP 92/07

ANDES-SN – FENASPS – FASUBRA-Sindical – ASFOC-SN – SINASEFE – SINASEMPU – FENAM

obs: caso ainda não tenha estudado o assunto, leia Texto FUNDAÇÕES ESTATAIS: PROJETO DE ESTADO DO CAPITAL da Sara Granemann

faixa[1]