Próxima atividades do FOPS e Relato da Reunião de 27/08.

30 30UTC Agosto 30UTC 2008

Baixe aqui o relato da reunião que aconteceu na última quarta feira, 27 de agosto.

Próximas atividades:

  1. 31/08 (domingo) – Reunião no Itaqui para finalizar a construção do “Grito d@s Excluídos”. Veja como chegar aqui!

  2. 02/09 (Terça) – Discussão da pauta do Conselho Estadual de Saúde. 18h30min no SindSaúde.

  3. 03/09 (Quarta) – Ato Fundações as 11h no HC. São necessárias umas 5 pessoas, de modo que consigamos fazer todas as semanas sem que prejudicar ninguém. Aqui tá o Panfleto e aqui o Abaixo assinado.

  4. 07/09 (domingo) – Grito d@s Excluídos. Veja as informações certinhas aqui!

  5. 10/09 (quarta) Reunião do FOPS. 18h 30min no SindSaúde.
    Pauta:
    Avaliação do Grito.
    Fundações.
    Seminário d@s 20 Anos do SUS.

  6. 16/09 (terça) Reunião da CMS, 18h no Cefuria. A idéia é puxarmos a discussão de fundações de forma um pouco mais aprofundada.

  7. 17/09 (quarta) Grande espaço de Formação sobre Fundações Estatais de Direito Privado (FeDP). 18h 30min. Local a confirmar, mas desde já vá mobilizando as pessoas da sua entidade, é um espaço essencial para avançarmos nas lutas.


07 de setembro é dia de GRITO d@s Excluídos

30 30UTC Agosto 30UTC 2008

O FOPS estará presente contribuindo na discussão de Saúde, participe você também!


Reunião do FOPS – 27/08, quarta.

24 24UTC Agosto 24UTC 2008

Quando? Quarta, 27/08. As 18h30min.

Onde? SindSaúde:Rua Marechal Deodoro, 314. 8º andar, conjunto 801 – Edifício Tibagi. Perto da Galeria Suíssa, em cima do HSBC.

Pauta:

  • Fundações Estatais de direito Privado(FeDP);

  • Seminário dos 20 anos do SUS

  • Grito d@s Excluídos

  • Agenda do FOPS.

Apareça e traga + Alguém.


Cine Pátio: Filme + Debate

16 16UTC Agosto 16UTC 2008


Relato da Reunião de 13/08 e Convocatória para dia 27/08.

16 16UTC Agosto 16UTC 2008

Baixe aqui o Relato da reunião do FOPS de 13/08.

Nossas Próximas atividades são:

a) 20/08 Cine Pátio: Sicko + Debate sobre FeDP.

b) 21/08 Panfletagem e Conversa com os Usuários e trabalhadores do HC. Concentração as 11h no Pronto Atendimento, pertinho da Rampa.

c) 27/08 (Quarta). 18h 30min Reunião do FOPS no SindSaúde.

PAUTA:

*Nossa intervenção no Grito d@s “Excluídos”

*Fundações

*Seminário dos 20 anos do SUS.


Texto Sobre Fundações Estatais de Direito Privado (FeDP).

16 16UTC Agosto 16UTC 2008

FUNDAÇÕES ESTATAIS: PROJETO DE ESTADO DO CAPITAL

Sara Granemann

Professora da ESS/UFRJ.

sgranemann@uol.com.br

Desde a contra-reforma do Estado brasileiro realizada sob a gerência de Bresser Pereira no governo de Fernando Henrique Cardoso, não havia sido difundido projeto de contrareforma do Estado com pretensões tão abrangentes como o recentemente divulgado pelo governo Lula, o Projeto Fundação Estatal. Para que a autoria de idéias como esta não nos pareça originalidade ‘teórica’ de monta da burocracia acomodada em instituições de governo, convém mencionar desde logo uma pequena cronologia:

Clique aqui para ler o Texto Completo!


Abaixo assinado Contra a PL 92/07

16 16UTC Agosto 16UTC 2008

Baixe aqui o Modelo de Abaixo assinado “bonitinho” em PDF e com 24 linhas para assinaturas

CONTRA A APROVAÇÃO DO PLC 92/2007 QUE CRIA AS FUNDAÇÕES ESTATAIS DE DIREITO PRIVADO

ABAIXO ASSINADO

O Projeto de Lei Complementar 92/2007 é uma proposta que vem sendo desenvolvida pelo Governo Federal e precisa ser combatida por toda a sociedade. O projeto cria uma nova forma jurídico-institucional e sua principal função seria privatizar às seguintes áreas essenciais: saúde; assistência social; ensino, pesquisa, cultura; desporto; ciência e tecnologia; meio ambiente; previdência complementar do servidor público; comunicação social e promoção do turismo nacional.

Propondo a criação de Fundações Estatais de Direito Privado para gerenciar áreas ligadas aos serviços públicos, o Governo estaria repassando a responsabilidade da prestação de serviços às entidades privadas. Um risco para a soberania nacional. Com isso, empresas privadas seriam contratadas para administrar serviços já pagos pela sociedade na arrecadação de impostos, que são cada vez maiores.

Uma vez criada, a fundação estatal de direito privado teria total responsabilidade por sua folha de pagamento e não receberia recursos do Tesouro Nacional para arcar com as despesas de pessoal, inclusive dos servidores requisitados de outros órgãos, descomprometendo o Estado com o financiamento de áreas estratégicas do país.

É preciso combater essa ameaça na raiz. A SOCIEDADE PRECISA SE UNIR CONTRA O PLC 92/2007 E PELO FORTALECIMENTO DO ESTADO.

Neste Abaixo Assinado, todos poderão manifestar sua posição contrária a um projeto que retira do Estado sua responsabilidade com o Serviço Público de qualidade, com pertinência social, repassando para as mãos da iniciativa privada serviços que são direito de todo cidadão e responsabilidade do Estado.

DEFENDEMOS:

  • Fim da terceirização, com manutenção da contratação pelo Regime Jurídico Único; 2. Serviços essenciais 100% públicos; 3. Manutenção dos Hospitais Universitários vinculados às Universidades; 4. Atendimento público de qualidade; 5. Transparência com o dinheiro público.

Nome

RG/CI


CARTA ABERTA AOS PARLAMENTARES

16 16UTC Agosto 16UTC 2008

CARTA ABERTA AOS PARLAMENTARES

PLP 92/2007 – Fundação Estatal de Direito Privado

Na contramão de um Estado Socialmente Forte

Os trabalhadores do Serviço Público, e todos aqueles comprometidos com a construção de um modelo de Estado democrático, demarcado pela inclusão e participação popular, fortalecendo as áreas de ação social e de políticas públicas, têm como bandeira histórica esta Luta.

Os últimos 20 anos foram demarcados pela resistência a posições dos governos passados, cujo foco central era uma política de desmonte e privatização dos serviços públicos e a implantação do Estado Mínimo, fortalecendo uma lógica neoliberal.

No governo passado, de FHC, com o discurso da necessidade de autonomia de gestão orçamentária, administrativa e de pessoal, muitos serviços públicos foram cada vez mais repassados para a gestão privada e os efeitos mais visíveis, além da queda da qualidade nos serviços, foram a precarização das relações de trabalho, a produtividade competitiva baseada no alcance de metas e com ênfase no individualismo, a construção do instrumento de avaliação coletiva como elemento diferenciador de salário e de políticas de gratificações produtivistas.

Além do aparecimento das agências reguladoras, que traduziam a intervenção do mercado na área estatal, a saúde, a educação, assistência social, ciência e tecnologia, comunicação, cultura, meio-ambiente, ditas como “socialmente competitivas”, sofreram um amplo ataque do governo neoliberal que resultou no sucateamento das instituições, diminuição crescente do quadro de pessoal, por aposentadoria, PDV e ausência de concursos, ao mesmo tempo em que a falta de recursos gerava uma acentuação brusca na queda de qualidade da oferta e na qualidade dos serviços.

Os trabalhadores do Serviço Público lutam por um Estado socialmente forte, induzindo o desenvolvimento em todas as áreas. Todos os serviços públicos são típicos de Estado e, mais especificamente, Educação, Saúde, Previdência e Assistência Social são áreas onde o Estado deve reclamar para si a oferta dos serviços por se tratar de direitos básicos, universais e garantidos na constituição. A atuação e intervenção forte do Estado nestas áreas é o que garante minimamente a construção de um Estado Democrático.

O debate em curso, no Congresso Nacional, através do PLP 92/2007 – sobre a criação e implantação das Fundações Estatais de Direito Privado – traz como pano de fundo o papel do Estado, sua área de intervenção, o que é função típica de Estado e da relação do mesmo com os servidores públicos.

A criação das fundações estatais, como um novo modelo de gestão para as áreas que não são de intervenção exclusiva de Estado, apresenta uma forte contradição com o projeto de fortalecimento do Estado. A fundação estatal traduz conceitos aplicados às organizações sociais de que a intervenção governamental nas áreas “não exclusiva de Estado” deve ser marcada por conceitos de produtividade, competitividade e principalmente flexibilidade na gestão de pessoal.

A implementação deste modelo de gestão no Estado comprometerá o investimento governamental, com políticas permanentes nestas áreas, principalmente na questão de pessoal. Com conseqüências negativas para estes setores, cuja garantia de serviços deixa de ser assegurada no momento em que, dependendo da política do governo que está no plantão, a fundação poderá ter a sua legislação alterada, podendo ser modificada, ou mesmo extinta.

Extingue-se também o vínculo dos que prestam serviços à população, pois deixam de ser servidores públicos. Não bastasse o fato de trazer para o plano do setor público uma visão de relação de trabalho típica da lógica privada, a fundação estatal avança na desconstrução do modelo de serviço público ao vincular o pagamento da folha de salários ao quantitativo de serviços prestados, ao trabalhar os conceitos produtivistas das organizações sociais baseados na ausência de estabilidade, defendidas por nós como necessária para que o servidor possa cumprir com seu papel livre das ameaças da instabilidade de vínculo.

Os trabalhadores do Serviço Público, a CUT e todos os setores comprometidos com o fortalecimento do Estado estão UNIDOS nesta Luta de resistência a este Modelo que recupera a lógica do Estado Mínimo.

Não abriremos mão do nosso papel enquanto servidores públicos e cidadãos na defesa dos Serviços Públicos de qualidade, pautado por uma política de Estado forte, que garanta os direitos à cidadania para todos.

CONTRA AS FUNDAÇÕES ESTATAIS DE DIREITO PRIVADO!